Da Redação do Notícia de Pernambuco, com informações da Assessoria de ImprensaO Aterro Sanitário de Gravatá foi citado como referência para os alunos do curso de Educação Ambiental realizado na Fazenda Santa Fé próxima a cidade de Bezerros. Os 12 alunos participantes vieram até Gravatá para conhecer de perto o aterro numa espécie de aula campal. São funcionários e colaboradores da fazenda que estão aprendendo a questão reaproveitamento.
O objetivo é levar o sentido de conscientização. O curso está sendo aplicado pelo SENAR e Gravatá está na grade de assuntos como importante cidade na preservação do meio ambiente. A visita foi acompanhada pelo secretário de Turismo de Gravatá João Carlos (Cali) e a turismóloga Izabel Santos.Exemplo no tratamento do lixo, o aterro de Gravatá foi construído em 2003 e vem dando resultados significativos.
Em média são despejados no local 70 toneladas de resíduos sólidos onde passam por uma série de etapas desde a pesagem até a coleta do chorume (resíduo que escorre após a decomposição do lixo). São oito células espalhadas em dez hectares. Cada célula corresponde a um espaço onde o lixo é depositado no decorrer dos anos. Segundo o técnico Lucivaldo Ferreira após o preenchimento desses espaços, as laterais das células servirão de depósito.
O aterro tem uma vida útil e de acordo com a quantidade média diária de lixo recebido, o local poderá funcionar pelos próximos dez anos. “Isso aqui é um exemplo fantástico. Nós queremos conscientizar também os colaboradores da fazenda em um trabalho que chamamos de reutilização”, disse o professor Aldemáriu Prazeres.
Para os alunos, um momento novo. Gerbeson Roberto mora em Bezerros e nunca viu um depósito de lixo desse jeito. “Interessante por que quando soube que a gente viria visitar o aterro de Gravatá pensou logo em mau cheiro e animais no meio do lixo e fiquei surpreso que não é nada disso”.
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