quarta-feira, 26 de maio de 2010

Denúncia: Escola Estadual São Luís funciona em uma casa

Os diretores Roza Pedra Rica e Dilson Marques do Sintepe visitarem a Escola Estadual São Luís, em Prazeres, Região Metropolitana do Recife. O ambiente escolar é percebido ao olhar para cima e ver escrito o nome do local. A casa com sete salas foi cedida com o propósito de se procurar um lugar decente para colocar os 680 alunos distribuídos manhã, tarde e noite, mas até agora o terreno que será construída a "nova escola" está em processo de compra.

Inquietos devido ao calor e ao aperto, com dificuldades de concentração, os alunos andam nos estreitos corredores, penteiam os cabelos, tiram fotos no celular. Os trabalhadores com muito esforço anotam alguns conteúdos no quadro e quando o corpo discente chama o profissional para tirar qualquer dúvida, ele passa com muita dificuldade entre as bancas. O pequeno e magro Lucas Gustavo de 14 anos, da 6° série é convicto ao dizer que tem o conhecimento comprometido devido ao espaço físico "Quando todos os meus colegas vêm assistir aula a gente tem que ir para outras salas pegar banca. Quero sair dessa escola porque tem muita conversa nas aulas". Quem estuda na Escola Estadual São Luís não tem aula de educação física por conta do espaço que a escola não disponibiliza.

No mesmo dia que os representantes políticos avisam a redução do percentual de pagamento do vale transporte, o vale alimentação para os Professores (reivindicação antiga da categoria) e um grupo para revisar o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e os Institutos de Desenvolvimento Gerencial (INDG) e de Co-responsabilidade Empresarial (ICE) divulgaram uma pesquisa.

Fonte: Sintepe

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