Atrativos como bom salário inicial, não precisar ter experiência anterior e estabilidade para pagar uma faculdade no futuro têm feito jovens que estão no último ano ou concluíram o nível médio deixarem de lado os livros para vestibular e substituí-los por aqueles voltados a provas de concursos públicos.
Quando concluiu o nível médio, em 2007, Roger Martins de Jesus, de 19 anos, que mora em Brasília, recebeu o empurrão inicial dos próprios pais para prestar concurso no lugar do vestibular. “Eles trabalham no setor privado e acreditam que a carreira publica é melhor”.
Ele, que nunca trabalhou, conta que seguiu o caminho inverso do de seus colegas de classe do nível médio. “Em Brasília, quase todo mundo estuda para concurso, mas primeiro as pessoas se formam e só depois tentam a carreira pública. Eu quis primeiro fazer concurso para depois entrar na faculdade.”

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