
O ministro da Saúde Alexandre Padilha, sobrevoa nesta sexta-feira (06) as áreas atingidas pela cheias na Zona da Mata de Pernambuco. Ele também vai a Vitória de Santo Antão verificar as obras do Hospital João Murilo e anunciar investimentos para que a unidade se torne maternidade de referência.
No final da manhã ele chega de helicóptero em Vitória para visitar a maternidade. No início da tarde, está prevista a assinatura do termo de adesão de Pernambuco à Rede Cegonha, que traz um conjunto de medidas para garantir, através do Sistema Único de Saúde (SUS), atendimento adequado e humanizado desde a confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal e o parto, até os dois primeiros anos de vida do bebê.
As medidas previstas na Rede Cegonha - coordenadas pelo Ministério da Saúde e executadas pelos Estados e municípios - abrangem a assistência obstétrica às mulheres - com foco na gravidez, no parto e pós-parto como também a assistência infantil. A rede contará com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2014.
A meta é levar as ações inseridas na Rede Cegonha a todo o país. Inicialmente, o cronograma de implantação da rede priorizará as regiões da Amazônia Legal e Nordeste - que têm os mais altos índices de mortalidade materna e infantil - e as regiões metropolitanas, envolvendo a maior concentração de gestantes.
A Rede Cegonha terá atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil. Nos postos de saúde, será introduzido o teste rápido de gravidez. Confirmado o resultado positivo, será garantido um mínimo de seis consultas durante o pré-natal, além de uma série de exames clínicos e laboratoriais. A introdução do teste rápido, inclusive para detectar HIV e sífilis, também será novidade para reforçar o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento.
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